Pensando Alguns aspectos do “curador ferido”

 

20 de novembro 2010

(Pequenas correções e ampliações em 09/12/2011)

Falar em relação terapêutica na abordagem junguiana implica, antes de tudo, em reconhecer o aspecto arquetípico que envolve o processo de psicoterapia ou relação terapêutica. Para fazer esse reconhecimento, em primeiro lugar, devemos lembrar que psicoterapia em sua origem etimológica significa “cuidado ou atenção com alma”. Tanto psicologia(especialmente, a clinica psicológica/psicoterapia) quanto a psiquiatria nasceram da necessidade nossa cultura em lidar com psique por uma via propriamente científica, pois esta era uma necessidade de nossa cultura. Entretanto, bem antes de Pinel, Wundt, Charcot, Freud e Jung o homem sofria do males da alma.

Antes de nossa concepção científica, o homem há milênios lidava com os “males ou sofrimentos da alma” por meio das religiões ou mais especificamente das práticas mágico-religiosas, praticas essas que em nosso meio “científico” desprezamos. Contudo, foi a partir dessas práticas mágico-religiosas que podemos ter uma perspectiva dos meios que a psique utilizava para se reorganizar e se curar através dos tempos. Entendam, não estou dizendo que a psicoterapia e a religião são iguais. Estou afirmando que ambas emergem da mesma necessidade humana de lidar com as adversidades da alma.

Por isso, Jung costumava dizer que as religiões eram sistemas psicoterapêuticos, justamente por lidar com os mesmos fenômenos que lidamos no consultório, os males da alma. Não é a toa que muitos clientes recorrem primeiramente a religião, antes de procurar psicoterapia. Entretanto, que não devemos compreender isso uma ineficácia da religião ou como se ela tivesse perdido sua “validade terapêutica”. Uma das formas, para compreendermos porque a psicoterapia ocupa o lugar que outrora foi da religião, nós é dado por Levi-Strauss, que no seu livro “antropologia esturural”, no capitulo “O Feiticeiro e sua magia”, afirma que :

Não há, pois, razão de duvidar da eficácia de certas práticas mágicas. Mas, vê-se, ao mesmo tempo, que a eficácia da magia implica na crença da magia, e que esta se apresenta sob três aspectos complementares: existe, inicialmente, a crença do feiticeiro. na eficácia de suas técnicas; em seguida, a crença do doente que ele cura, ou da vítima que ele persegue, no poder do. próprio feiticeiro; finalmente, a confiança e as exigências da opinião coletiva, que formam à cada instante uma espécie de campo de gravitação no seio do qual se definem e se situam ás relações entre o feiticeiro e aqueles que ele enfeitiça. (Levi-Strauss, 1975, p. 194-5)

Os três aspectos citados por Levi-Strauss são a) confiança do feiticeiro em suas técnicas; b) confiança do doente no feiticeiro; c) confiança do grupo nesse processo de cura. Esses aspectos podem ser transportados para a psicoterapia contemporânea, reconhecendo que há a necessidade 1 ) o psicoterapeuta confiar e dominar a sua técnica, 2) a confiança do cliente (que pode ser traduzida como rapport, vinculo ou transferência); 3) Reconhecimento social, crença em sua eficácia científica.

A eficácia psicoterapêutica e a eficácia da cura mágico-religiosa estão relacionadas por emergirem da mesma realidade psíquica. A principal diferença está a psicoterapia contemporânea é uma forma de a consciência estabelecer um ponte para o dinamismo inconsciente, buscando reestabelecer a saúde psíquica. Por sua vez, a religião surge como uma expressão simbólica do próprio inconsciente na tentativa de uma reordenação psíquica. Assim, os mitos e os rituais são metáforas de dinâmicas coletivas que estão presentes no interior de cada um.

Por outro lado, poderíamos inclusive ampliar essas relações, se observarmos alguns resquícios da amplitude da função religiosa para o homem na linguagem. Por exemplo, o termo saúde e salvação derivam da mesma palavra latina Salus. Já em língua germânica, o termo hailag está na raiz de heilig (sagrado) e de Heil (inteiro, são, curado).

Essa correlação de salvação e saúde não é estranha quando pensamentos, que na concepção religiosa Deus ou deuses são os responsáveis pelas tanto pelas curas quanto pelas doenças. Ou seja, se urma doença foi um castigo de uma divindade, a pessoa que sofre deveria rever seus atos para ver onde que ofendeu a divindade, e fazer as expiações necessárias. Essa noção de causalidade divina pode ter perdido força em nossa cultura em face a ciência, apesar em vários grupos e camadas sociais essa concepção continua viva e atuante, no meio científico que, no geral, menosprezamos ou mesmo abandonamos a importância e efeito da religião no cotidiano. Segundo, Jung, em nossa cultura regida pela ciência,

Abandonamos, no entanto, apenas os espectros verbais, não os fatos psíquicos responsáveis pelo nascimento dos deuses. Ainda estamos tão possuídos pelos conteúdos psíquicos autônomos, como se estes fossem deuses. Atualmente eles são chamados: fobias, obsessões, e assim por diante; numa palavra, sintomas neuróticos. Os deuses tornaram-se doenças. Zeus não governa mais o Olimpo, mas o plexo solar e produz espécimes curiosos que visitam o consultório médico; também perturba os miolos dos políticos e jornalistas, que desencadeiam pelo mundo verdadeiras epidemias psíquicas. (JUNG, O Segredo da Flor de Ouro,xx)

As experiências humanas o fenômeno doença-cura imprimiram na psique um padrão de mobilização psíquica, que cuja imagem representacional é o mitema curador-ferido.

Antes de falarmos sobre o essa dinâmica arquetípica de saúde-doença, que fundamenta a relação terapêutica, devemos rever os mitos relacionados ao a dinâmica do curador ferido/saúde-doença.

Algumas pessoas podem achar estranho o fato dos junguianos sempre buscarem os “mitos” ou “referências mitológicas”. Acredito que seja importante frisar que, segundo Cambpell, os mitos são metáforas. Isto é, metáforas de nossa realidade interior. Essas metáforas nos servem como modelos para um nível de apreensão da realidade, nos dando orientação e direcionamento, e, por outro lado, nos possibilitam a compreensão de processos inconscientes projetados e elaborados nos mitos.

O curador-Ferido

Para falarmos do arquétipo do curador ferido eu gostaria de contrapor três variações desse arquétipo que nos narram acerca dessa dinâmica.

A primeira tradição que nos ensina bastante é a tradição afro-brasileira, do Candomblé, pessoalmente, eu acredito que das três que vou me referir esta é a que melhor explicita a dimensão arquetípica das polaridades saúde e doença. No candomblé, orixá que rege a saúde e a doença é Xapanã, mas, por respeito e temor, ele é mais conhecido por Obaluaê(Senhor da Terra) ou Omulu (Filho do Senhor) . Um dos mitos sobre Xapanã, diz o seguinte,

Xapanã ganha o segredo das peste na partilha dos poderes

Olodumare, um dia, decidiu distribuir seus bens.

Disse aos seus filhos que se reunissem

e que eles mesmos repartissem entre si as riquezas do mundo.

Ogum, Exu, Orixá Oco, Xangô, Xapanã

e os outros orixás deveriam dividir

os poderes e mistérios sobre as coisas da Terra.

Num dia em que Xapanã estava ausente,

os demais se reuniram e fizeram a partilha,

dividindo todos os poderes entre eles,

não deixando nada de valor para Xapanã.

Um ficou com o trovão, o outro recebeu as matas,

Outro quis os metais, outro ganhou o mar.

Escolheram o ouro, o raio, o arco-íris;

Levaram a chuva, os campos cultivados, os rios.

Tudo foi distribuído entre eles,

cada coisa com seus segredos,

cada riqueza com seus mistério.

A única coisa que sobrou sem dono, desprezada, foi a peste.

Ao voltar, nada encontrou Xapanã para si,

A não ser a peste que ninguém quisera.

Xapanã guardou a peste para si,

mas, não se conformou com o golpe dos irmãos.

Foi procurar Orunmilá, que lhe ensinou a fazer sacrifícios,

para que seu enjeitado poder fosse maior que os dos outros.

Xapanã fez sacrifícios e aguardou.

Um dia, uma doença muito contagiosa

Começou a se espalhar-se pelo mundo.

Era a varíola.

O povo desesperado, fazia sacrifícios para todos os orixás.

mas nenhum deles podia ajudar.

A varíola não poupava ninguém, era uma mortandade.

Cidades, vilas e povoados ficavam vaizos,

já não havia espaços nos cemitérios para tantos mortos.

O povo foi consultar Orunmilá para saber o que fazer.

Ele explicou que a epidemia acontecia

Porque Xapanã estava revoltado,

por ter sido passado para trás pelos irmãos.

Orunmilá mandou fazer oferendas para Xapanã.

Só Xapanã poderia ajudá-los a conter a varíola,

pois só ele tinha o poder sobre as pestes,

só ele sabia o segredo das doenças.

Tinha sido essa a sua única herança.

Todos pediram proteção a Xapanã

E sacrifícios foram realizados em sua homenagem.

A epidemia foi vencida.

Xapanã era então respeitado por todos.

Seu poder era infinito, o maior de todos os poderes” (PRANDI, 2007, p.210-1)

Em outras narrativas acerca de Xapanã é dito que ele, quando nasceu doente e foi abandonado pela mãe (Nãnã) e criado por Iemanjá, outros falam que quando criança que foi punido com varíola por desobediência, e mesmo ele superando a doença ele continuou com as marcas e deformações da doença. O que fazia com que ele usasse palha para esconder as marcas da doença. Mesmo sendo ele senhor das doenças e das curas, ele próprio era marcado pela doença. Xapanã, Obaluaê-Omulu, é um curador que carrega suas próprias feridas, escondendo-as por debaixo de sua roupagem de palha, tanto pro vergonha de sua aparência e para evitar as reações que causa nas pessoas.

Indo para outra época, uma outra mitologia, podemos reconhecer a mesma dinâmica, no mitema grego de Quiron, o centauro. Na mitologia grega, Quiron é um personagem que não possui um mito próprio, mas, participa da história de deuses e heróis. Ele nasceu da união de Cronos e a ninfa Filira, ele foi criado por Apolo, e se tornou o mais sábio (e civilizado) dos centauros, foi o mestre de heróis como Ajax, teseus Jasão, Perseu, Enéas, Télamon, Aquiles Peleu, Aristeu, Hercules e Asclépio. No toca a nosso estudo, Quíron foi mestre de Asclépio(ou Esculápio), a quem ensinou as artes da cura, por sua vez, Asclépio se tornou o deus da medicina. Mas, todo conhecimento nas artes da cura não  foram suficientes para curá-lo, quando ele foi atingindo pela flecha de Hercules que havia sido embebida no sangue da hidra de Lerna, que era mortal, mas, como Quiron era imortal, o ferimento causado jamais curaria, causando dores intermináveis. O sofrimento de Quiron só terminou quando ele trocou sua imortalidade pela liberdade de Prometeu, feita esta troca, Zeus eternizou sua história nas estrelas criando a constelação de Sagitário.

O terceiro representante dessa categoria de curadores feridos é bem conhecido d e nossa cultura, justamente por estar no centro da mitologia vigente que é Jesus Cristo. Devemos tomar alguns textos como referência:

Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados. Isaias 53:3 (NVI).

Os profetas do antigo já previam o sofrimento do messias, que o sofrimento dele seria necessário para o perdão e a purificação de todos.

Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça; por suas feridas vocês foram curados. I Pedro 2:24 (NVI)

As feridas de Cristo são ressaltadas na passagem onde Cristo encontra com Tomé, após a ressurreição.

Tomé, chamado Dídimo, um dos Doze, não estava com os discípulos quando Jesus apareceu.

Os outros discípulos lhe disseram: “Vimos o Senhor! ” Mas ele lhes disse: “Se eu não vir as marcas dos pregos nas suas mãos, não colocar o meu dedo onde estavam os pregos e não puser a minha mão no seu lado, não crerei”.

Uma semana mais tarde, os seus discípulos estavam outra vez ali, e Tomé com eles. Apesar de estarem trancadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “Paz seja com vocês! ”

E Jesus disse a Tomé: “Coloque o seu dedo aqui; veja as minhas mãos. Estenda a mão e coloque-a no meu lado. Pare de duvidar e creia”.

Disse-lhe Tomé: “Senhor meu e Deus meu! ”

Então Jesus lhe disse: “Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram” Jo. 24-29. (NVI)

Quando estudamos atenciosamente esses três mitemas, podemos perceber que em culturas diferentes produziram estruturas muito semelhantes como o nascimento divino ( Obaluae e Quíron foram abandonados no nascimento; Cristo foi perseguido e teve de ir para o Egito) os três passaram pelo sofrimento, tinham as marcas do sofrimento, mas, eles mesmos não curaram essas marcas/feridas.

A identidade entre essas representações evidenciam um arquétipo que denominamos “curador-ferido”. Entretanto, eu gostaria de ressaltar que essa estrutura arquetípica deveria ser compreendida de modo mais amplo, pois, os curadores feridos indicam que saúde e a doença estão associadas numa mesma dinâmica, são polaridades do mesmo arquétipo. Dos três exemplos, Obaluae representa melhor essa dinâmica, pois, ele é tanto o curador quanto o causador das doenças (um paralelo que poderíamos traçar, seria com Jeová, que tanto enviava as doenças quanto curava o povo).

Dessa forma, poderíamos compreender esse arquétipo por essas duas vias:

a) Curador-ferido: que dá indicações para pensarmos a temática do terapeuta;

b) Saúde-doença: que nos permite compreender o potencial de saúde inconsciente, isto é, há sempre o potencial de vida mesmo na doença. Assim, como o símbolo do Tai Chi, o germe da saúde encontra-se na doença, e germe da doença está presente na saúde.

É importante frisar que como arquétipo, essa dinâmica é comum a todos os seres humanos, não restrita a “terapeutas”.

Indo pela primeira via, entramos num domínio que é a percepção do “curador-ferido”, que nos permite refletir acerca das pessoas que se propõe a posição de curadores ou cuidadores (que não se restringem a psicólogos, mas, também, ministros religiosos, assistentes sociais, professores, médicos dentre outros).

O aspecto fundamental dessa representação é a ferida do curador. Esta ferida pode ser compreendida simbolicamente em dois aspectos :

1 – É uma ferida aberta na pele : Em primeiro lugar devemos focalizar a pele, que é o órgão de nosso corpo responsável pela proteção de nosso organismo, e que intermedia a nossa relação com o meio. Essa ferida aberta na pele nos fala de uma “abertura sensível” ao mundo exterior. É uma abertura

2 – É incurável : Ser incurável significa que ela requer cuidados contínuos.

Assim,  essa ferida, essa disposição a compreender e ajudar aos outros, produz “uma ponte simbólica” inconsciente, que não deve ser vista como “negativa”, mas que deve ser cuidada atentamente para não causar “infecções” (seja por meio de relações contratransferenciais arrasadoras ou de outras ordens), como história do movimento psicanalítico nos ensina (sugiro a leitura do livro “Luz e Trevas” de Isaias Paim).

Em outros, termos, essa ferida simbólica do terapeuta, por ser inconsciente, está associada com sua sombra. Essa é uma questão importante, segundo Guggenbhul-Craig,

Sombra no analista constela sombra no paciente. Nossa própria honestidade ajuda-o a confrontar seus fenômenos sombrios. Cada um de nós deve trabalhar em ambas áreas (GUGGENBHUL-CRAIG,1978, p.86)

Quando falamos de sombra devemos lembrar que esta corresponde a todos os pontos cegos (ou míopes) que temos em nossa consciência. É importante compreendermos que a sombra não é um processo apenas histórico, mas é um fator dinâmico, fazer analise não significa que você vai “exaurir” ou “dominar” a sombra, mas, apenas que você estar atento aos seus “tendões de Aquiles”, de nossa história pessoal. Quando nós, terapeutas,  não permitimos a entrada desses conteúdos em nossa consciência ou não permitimos sua expressão simbólica, eles encontram outro meio, seja pela formação do sintoma neurótico ou a somatização. Por outro lado, essa sombra também vai estar associada a dinâmica arquetípica do curador ferido.

(…)Quando uma pessoa fica doente o arquétipo de terapeuta-paciente se constela. O enfermo procura um terapeuta exterior, mas, ao mesmo tempo se constela o terapeuta intrapsíquico. Costumamos nos referir a este, no paciente, como “fator de cura”. É o médico dentro do próprio paciente – e sua ação terapêutica é tão importante quanto a do profissional que entra em cena externamente. As feridas não se fecham nem as doenças se vão sem a ação curativa do terapeuta interior. (…) O médico pode fechar o corte – mas, algo no corpo e na psique do paciente deve cooperar para que a enfermidade seja vencida. (GUGGENBHÜL-CRAIG, 1978, p. 98)

Os dois pólos do arquétipo são atuantes em nós. Quando reconhecemos o pólo que até aqui já chamamos de “ferida/doença/doente/paciente” estamos reconhecendo também a nossa limitação, esse pólo conduz o terapeuta a humildade não se achar melhor ou superior ao atendido. Por outro lado, quando não reconhecemos as feridas, corremos o risco da hybris do analista, na identificação com a polaridade curadora. Essa identificação gera cisão na dinâmica do arquétipo, onde a consciência identifica com o pólo curador e a tendência é projetar o pólo oposto na relação terapêutica, isto é, no cliente. Quando isso ocorre, o terapeuta se torna o dono da verdade, não reconhece ou valoriza os desenvolvimentos do cliente, isto é, não desperta o potencial de cura do cliente, tornando-o cada vez mais dependente de si.

É fundamental compreendermos que as feridas do curador lhe lembram que ele é humano, que deve buscar viver e desenvolver sua vida. A ferida lhe impõe o cuidado de sua vida in lato sensu (pessoal, familiar, social). As feridas do terapeuta somente serão problemáticas quando dissociadas, isto é, quando sua relação consigo mesmo for precária.

(Voltaremos a essa discussão, no que tange ao curador ferido na psicoterapia, num post futuro quando falaremos da relação transferência-contratransferência. Este texto foi baseado numa aula dada na UFES em 2010. Corresponde a primeira parte da aula, a segunda parte foi aprofudado o tema da transferência-contratransferência. Este post guarda algumas ligações com o texto  Aspectos Gerais da Psicoterapia e Análise Junguiana – Parte II : A sombra do analista).

Referencias Bibliograficas

LEVI-STRAUSS, Claude. 1970. Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.

GUGGENBHÜL-CRAIG, Adolf, Abuso do poder na psicoterapia, rio de janeiro: achieamé, 1978.

PRANDI, Reginaldo. Mitologia dos orixás. São Paulo: Companhia das Letras, 2000

JUNG, C. G.; WILHEIM, R. O segredo da flor de ouro: um livro de vida Chinesa. 11 Edição. Petrópolis: Vozes, 2001.

 

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Fabricio Fonseca Moraes (CRP 16/1257)

Psicólogo Clínico de Orientação Junguiana, Especialista em Teoria e Prática Junguiana(UVA/RJ), Especialista em Psicologia Clínica e da Família (Saberes, ES). Membro da International Association for Jungian Studies(IAJS). Formação em Hipnose Ericksoniana(Em curso). Coordenador do “Grupo Aion – Estudos Junguianos”  Atua em consultório particular em Vitória desde 2003.

Contato: 27 – 9316-6985. /e-mail: fabriciomoraes@yahoo.com.br/ Twitter:@FabricioMoraes

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