Programação do XXIII Congresso Nacional da AJB – A Práxis Analítica

Prezados, 

Hoje foi divulgada a a programação científica do XXIII Congresso Nacional da AJB, que acontecerá em Ouro Preto, de 17 a 20 de Novembro de 2016.

Abaixo segue a programação disponibilizada no site: www.congresso2016.com.br

abraços,

Fabrício Moraes

congresso


PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

16 de novembro de 2016

Hotel Solar do Rosário: Rua Getúlio Vargas, 270

14:00 Assembléia dos Membros da Associação Junguiana do Brasil (AJB)

17 de novembro de 2016

Auditório Tiradentes B

08:30 | 12:30 Reunião dos Candidatos a Analistas da AJB

 12:30 | 14:00 Almoço por adesão

 Auditório São João Del Rei

14:00 | 14:15 Abertura do Congresso
Discurso de boas-vindas da Presidente do Instituto C. G. Jung de MG e convite para composição da mesa
Jussara César e Melo

14:15  Execução do Hino Nacional
Ana Cristina Rocha

14:20 | 14:45 Discurso do Presidente da AJB
Gelson Luiz Roberto

14:45 | 16:00 A práxis analítica: desafios atuais
Conferencista: Gelson Luiz Roberto

16:00 | 16:30 Espetáculo de mágica, música e Imaginação
Artistas: Dennerson Rocha e Ana Cristina Rocha

 16:30 | 17:00 Coffee Break

 17:00 | 19:00 The Relevance of Complex Ecological Networks to the Practice of Analytical Psychology
Conferencista: Joseph Cambray

 19:30  Coquetel

18 de novembro de 2016

09:00 | 10:00 Mesa de temas livres

Auditório São João Del ReiO Processo de Individuação e Análise
Moderadora: Solange Missagia de Mattos
  • Áurea Helena Pinheiro Roitman
  • Tereza Caribé
Auditório Tiradentes A
Nietzsche e o Processo de Individuação
Moderador: Fernando Andrade
  • Nietzsche e o Processo de Individuação
  • O Processo de Individuação em Nietzsche e Munch
Auditório Tiradentes B
Puer na Clínica Analítica
Moderador: a definir
  • Adultescente-Canguru e sua Bolsa Marsupial: um Olhar sobre os Complexos Familiares
  • Imagens do Puer Aeternus em Dois Pacientes no Rio de Janeiro
  • O Processo do Pequeno Príncipe: uma Introdução ao Arquétipo do Puer Aeternus
Auditório Tiradentes C
A Experiência Junguiana na Clínica da Psicose
Moderador: a definir
  • Prática Analítica: Conflito e Criatividade na Clínica das Psicoses
  • A Práxis Analítica – o Encontro Criativo. Nise da Silveira & Jung. Arte ou Loucura?
  • Sr. Filinto: o Processo de Transformação na Análise Junguiana da Experiência Psicótica
Auditório Tiradentes D
Relacionamento Amoroso
Moderadora: Eneide de Souza Caetano
  • A Reconquista do Amor Ferido – Reflexos do Mito de Eros e Psiquê na Relação Analítica
  • Infidelidade e Individuação: uma Análise Simbólica do Filme “Os Belos Dias”
  • Transformações na Dinâmica das Relações Conjugais: uma Análise Junguiana

10:00 | 10:30 Coffee Break

 Auditório São João Del Rei

10:30 | 12:00 Trazendo a alma ao consultório
Conferencista: José James de Castro Barros

 12:00 | 14:00 Almoço por adesão

 14:00 | 15:30 Reavaliando a Práxis Junguiana
Conferencista: Glauco Ulson

15:30 | 16:30 Mesas redondas

Auditório São João Del Rei
Análise de Criança
Moderadora: Daniela Gauzzi Nogueira
  • Análise de Criança
  • Psicopatologia Infantil e Psicologia Analítica: Estudo de Caso de uma Criança com Diagnóstico de Esquizofrenia
  • Sonhos de Crianças: uma Proposta de Pesquisa para uma Abordagem Simbólica do Desenvolvimento do Ego Infantil
Auditório Tiradentes A
O Corpo na Clínica
Moderador: a definir
  • A Mulher Obesa na Contemporaneidade. Apontamentos da Psicologia Analítica
  • Psicologia Junguiana na Contemporaneidade: a Doença Psicossomática como Reflexo do Desequilíbrio nas Relações Coletivas
  • Trabalho Corporal com Adolescentes como Espaço para Sentir e Ser
Auditório Tiradentes B
A técnica da Imaginação Ativa
Moderadora: Adelaide Pimenta
  • A Técnica da Imaginação Ativa de Jung
  • A Invasão de Pã na Clínica Junguiana
  • Paisagem Psíquica: uma Técnica Expressiva Fundamentada na Psicologia Analítica
Auditório Tiradentes C
Reflexões sobre a Sombra
Moderador: a definir
  • Da Tragédia Grega ao Setting Analítico – Reflexões sobre o Suicídio
  • A Práxis Tipológica Aplicada a uma Instituição de Saúde: Possibilidades de Intervenção Centrada no Potencial de Pacientes Oncológicos
  • Considerações sobre o Encontro com a Sombra em um Estudo de Caso
Auditório Tiradentes D
A Mulher na Perspectiva da Psicologia Junguiana
Moderador: a definir
  • A Noiva – a Presença de um Arquétipo Promovendo o Equilíbrio na Prática Clínica
  • A Relação do Complexo Materno e as Representações dos Papéis Sociais da Mulher
  • Maria Degolada, Violência Doméstica Contra a Mulher na Perspectiva da Psicologia Junguiana

16:30 | 17:00 Coffee Break

 Auditório São João Del Rei

17:00 | 18:30 A totatilidade corpo-mente na clínica. Corpo, transferência e psicopatologia
Conferencista: Walter Fonseca Boechat

18:30 | 19:30 Mesas redondas

Auditório São João Del ReiTransferência e Contra-Transferência
Moderadora: Lunalva Chagas
  • Transferência e Contra-Transferência
  • Somos Dois e Somos Muitos – o Impacto da Transferência e Contratransferência num Atendimento Clínico
  • Trivialidades e Penetrações: Transferência e Alma em Dois Processos Analíticos com Base na Psicologia Arquetípica
Auditório Tiradentes A
Mito e Análise
Moderadora: Josiane Sá de Oliveira Pádua
  • Mito e Análise
  • A Constelação do Mito de Deméter e Perséfone em Mulheres com Câncer de Mama, através de Psicoterapia Breve por Imagens Alquímicas, denominada RIME, em Ambiente Hospitalar
  • A Integração das Polaridades Feminino-Masculino: da Mitologia Brasileira à Prática Clínica
Auditório Tiradentes B
Complexos Familiares
Moderador: a definir
  • A Influência da Constelação Familiar na Formação da Personalidade: um Estudo de Caso de John Rayburn, da Série Bloodline
  • Sol Niger e a História da Alma Familiar: uma Perspectiva Sistêmica na Abordagem Junguiana
  • Repetição do Complexo, Projeção e Individuação
Auditório Tiradentes C
O Jovem Analista Junguiano
Moderador: a definir
  • Implementação do Grupo de Estudos: os Primeiros Passos do Jovem Psicoterapeuta Junguiano
  • Reflexões sobre o Início do Ofício em Ser um Jovem Psicoterapeuta Junguiano
  • Equação Pessoal na Formação do Terapeuta – o Jovem Analista e suas Expectativas
Auditório Tiradentes D
A Prática Clínica com Adolescentes
Moderador: Luiz Guilherme Mafle
  • Pesquisa e Práxis: a Experiência Junguiana em Pesquisa Clínica sobre o Cuidado com Crianças e Adolescentes em Uso de Substâncias Psicoativas num CAPSi
  • Projeto de Vida de Adolescente Atendido por Casa de Acolhimento. Um Relato de Experiência de Atendimentos Clínico de um Adolescente Abrigado e o Atendimento com Arteterapia e Projeto de Vida
  • Redes Sociais Digitais: Desafios na Prática Clínica com Adolescentes

19:30 | 20:00 Lançamento de livros

19 de novembro de 2016

08:30 | 09:30 Mesas Redondas

Auditório São João Del ReiO Fim da Análise

Moderador: a definir

  • Fim da Análise
  • O Final da Análise
Auditório Tiradentes A
Sonhos na Prática Clínica
Moderador: a definir
  • Semeando Sonhos – o Desafio na Formação do Psicoterapeuta para a Aprendizagem do Trabalho com Sonhos na Prática Clínica
  • Quando Tanatos Adentra-se ao Temenos: o Relógio que Para
  • Sonhos: Mensagem da Alma na Práxis Analítica
Auditório Tiradentes B
Metanóia e o Amadurecimento do Adulto
Moderador: a definir
  • Clínica do Envelhecimento: Encontro com Imagens do Feminino
  • Metanóia: Caminhos para o Desenvolvimento no Meio da Vida
  • Um Novo Nascimento: a Passagem para o Adulto Maduro
Auditório Tiradentes C
A Criança, o Adolescente e a Família
Moderador: a definir
  • Adolescência, Complexo e Família
  • A Individuação como Possibilidade Familiar de Lidar com um Diagnóstico Incorreto
  • As Imagens e as Vivências no Processo Arteterapêutico em Unidade Hospitalar de Oncologia Pediátrica
Auditório Tiradentes D
Arte e Práxis Analítica
Moderador: a definir
  • Abordagens Expressivas na Psicologia Analítica
  • Criatividade, Arte e Representação Sobre a Via Régia da Psique
  • Métodos Expressivos na Clínica, Reflexões Atualizadas a Partir da Publicação de “O Livro Vermelho”

09:30 | 10:00 Coffee Break

 Auditório São João Del Rei

10:00 | 11:00 A outra voz que eu escuto me transforma
Conferencista: Maria de Lourdes Bairão Sanchez

11:00 | 12:00 Práxis analítica: a arte de explorar e restaurar os subterrâneos labirínticos de cada indivíduo
Conferencista: Renata Whitaker Horschutz

 12:00 | 14:00 Almoço por adesão

 14:00 | 16:00 Ética e Sociopatia
Conferencista: Leandro Karnal

 16:00 | 16:30 Coffee-break

 16:30 | 17:30 A Experiência Religiosa na Práxis Analítica
Conferencista: José Jorge de Morais Zacharias

17:30 | 18:30 As várias maneiras de utilização da caixa de areia na práxis junguiana
Conferencista: Paula Pantoja Boechat

18:30 | 19:30 Sincronicidade, prática clínica e transferência
Conferencista: Joel Sales Giglio

20 de novembro de 2016

09:00 | 10:00 A Práxis Junguiana Hoje
Conferencista: Walter Fonseca Boechat

10:30 Encerramento 

Semana de Psicologia da UVV – Debate sobre o filme “Nise – O coração da Loucura”

Foi realizado no ultimo dia 31/08/2016, na 15a semana da Psicologia da UVV, a exibição e debate sobre o filme “Nise – O Coração da Loucura” com a participação dos debatedores (junguianos) Kelly Guimarães Tristão e Roberto Gomes de Souza Filho com a mediação de Roger Machado.
Parabenizamos a UVV pela abertura a discussão desse filme que fala um pouco sobre a Nise da Silveira, uma pessoa tão importante para os junguianos brasileiros.

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Semana da Psicologia Doctum: Processo Criativo e Práticas de Cuidado em Saúde Mental

Hoje estive ministrando o minicurso “Processo Criativo e Práticas de Cuidado em Saúde Mental” na Faculdade Doctum, na Semana de Psicologia. No dia do Psicólogo, tive a oportunidade de compartilhar um pouco da prática que amo com os alunos (e futuros psicólogos), na teoria e na prática.

 

 Assim, a partir de uma oficina terapêutica – envolvendo música, imagens e coração –  discutimos sobre a importância de, como profissionais de psicologia, estarmos verdadeiramente movidos pelo interesse de entrar no mundo (em alguns casos hermético) do sujeito em sofrimento psíquico, para que a partir disso possamos ter a possibilidade de estabelecer com ele uma relação e uma comunicação sensível as suas necessidades e dificuldades… mas acima de tudo, sensível a seu potencial de expansão da vida, a seu potencial criativo, a seu potencial de  cura.

“Tão perto, não importa quão longe

Não poderia ser muito mais vindo do coração

Sempre confiando em quem nós somos…

E nada mais importa”

(Notthing else Matters – Metallica/ Oficina de Música)

Agradeço a coordenação do curso de Psicologia da Doctum pela oportunidade. Obrigada Eduardo Miranda.

Agradeço às alunas que participaram do curso, pela experiência.

Kelly Guimarães Tristão
Psicóloga Junguiana
Doutoranda em Psicologia – UFES

 

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15a Semana de Psicologia da UVV: Debate – Nise da Silveira – O Coração da Loucura

O curso de Psicologia da Universidade de Vila Velha (UVV) realizará a 15a Semana de Psicologia: Saberes e Fazeres em Saúde Mental, nos dias 30 e 31 de agosto de 2016.  Haverá a exibição do filme “Nise: o coração da loucura”, seguido de debate com os debatedores junguianos:

Kelly Guimarães Tristão – Psicóloga, Doutoranda em Psicologia pelo Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFES. Mestre e graduada em psicologia também pela UFES. Especialista em Psicologia Clínica e da Família pela Faculdade Saberes e em Teoria e Prática Junguiana pela Universidade Veiga de Almeida – RJ. Tem experiência nos seguintes temas: saúde mental, clínica, psicopatologia, família, acompanhamento terapêutico, psicologia analítica.

Roberto Gomes de Souza Filho – Mestre em Psicologia pela Universidade Federal do Espírito Santo (PPGP/UFES), especialista em Psicologia Junguiana pela Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo (2013), com aperfeiçoamento em Fotografia pelo El Camino College em Los Angeles (1994) e graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal do Espírito Santo (1988).

nise

 

 

Informações e Inscrições : http://www.uvv.br/news/12518/xv-semana-de-psicologia-da-uvv_es.aspx 

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IV Congresso Estadual de Psicologia Analítica

Neste final de semana tivemos nosso “IV Congresso Estadual de Psicologia Analítica”! Foi uma experiência muito importante, tivemos uma grande diversidade de temas, trocas de conhecimento, e a possibilidade estar com pessoas especiais como a Prof. Sandra Amorim, Barbara Lavinsky Jardim e Solange Misságia de Mattos tornou o congresso ainda mais especial!

Esse congresso marcou também a despedida da prof. Kathy Amorim Marcondes, que se aposenta da UFES, fechando um longo ciclo importante no desenvolvimento da psicologia analítica no ES. Somos gratos por todos esses anos de empenho no desenvolvimento da psicologia analítica no ES – seja através das disciplinas ministradas ou através do Programa Portas, que acolheu os junguianos ao longos desses 21 anos de programa. Obrigado!

Agradecemos a todos os palestrantes de nosso estado! A psicologia junguiana capixaba foi representada com excelência!

Que venha o futuro, novos congressos, jornadas e simpósios. O melhor está por vir!

Abraços

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Abertura da Exposição “Telas da Alma”

Ontem marcamos presença no lançamento da exposição Telas da Alma, dos pacientes do Instituto de Doenças Renais(IDR) e do Programa Portas.  Como ex-portista (no período de 2000-2002) é sempre bom prestigiar a Prof. Dra. Kathy Amorim Marcondes e encontrar antigos amigos.
A exposição fica  até sexta. Local: Galeria Francisco Schwarz – No térreo da Assembléia Legislativa do ES.
Duração: 01 à 05 de Agosto de 2016, de 9:00 as 17h.

abraços,
Fabricio Moraes

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PROGRAMAÇÃO DO IV CONGRESSO ESTADUAL DE PSICOLOGIA ANALÍTICA eVII CICLO DE DEBATES EM PSICOLOGIA HOSPITALAR

VII CICLO DE DEBATES EM PSICOLOGIA HOSPITALAR

IV CONGRESSO ESTADUAL DE PSICOLOGIA ANALÍTICA

11, 12 e 13 de Agosto de 2016

Campus Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória – ES

 

HORARIOS LOCAL:  AUDITÓRIO EDUCAÇÃO FÍSICA HORARIOS

LOCAL:  AUDITÓRIO MANUEL VEREZA (CCJE)

 

QUINTA-FEIRA     11/08/2016

 

18:00 – 18:30 Abertura e boas vindas!
18:30 – 19:00 Criatividade: Ferramenta para Psicologia Hospitalar e para vida!

Palestrante: Rafaela Feijó dos Santos, psicóloga do IDR

19:00 – 19:30 Nossa atenção vai além da diálise!

Palestrante:Michel Silvestre ZouainAssbu, médico do IDR

19:30 – 20:00 A individuação: aspectos práticos do uso do conceito junguiano na clínica e na psicologia hospitalar.

Palestrante:Kathy Amorim Marcondes, professora do departamento de Psicologia UFES

 

SEXTA-FEIRA    – 12/08/2016

 

08:00 – 08:40 Arteterapia em números: Levantamento de produções científicas nacionais.

Palestrantes: Queila Cássia Corrêa Guimarães

Barbara Frigini De Marchi

Samara Zavarize de Lima

08:00 – 08:40 O lugar da arte na psicologia analítica.

Palestrante: Kathy Amorim Marcondes

08:40 – 09:20 Aprendendo com a morte: relatos de experiências em psicologia hospitalar.

Palestrante: Rachel de Freitas WandekokemCazelli

08:40 – 09:20 Contemporaneidade do trabalho de luto em ambiente hospitalar. 

Palestrante: Daniela Reis e Silva.

09:20 – 10:00 As práticas integrativas na psico-oncologia: possibilidades na intervenção.

Palestrante: Jurama Ribeiro de Oliveira

09:20 – 10:00 Mitos e o cotidiano: a importância dos mitos para uma vida simbólica.

Palestrante: Indianara Pereira de Melo

10:00 – 10:40 A cirurgia bariátrica como uma oportunidade

Palestrante:Edina Silva Guimarães

10:00 – 10:40  

Relações de cuidado na dependência química

Palestrante: Kelly Guimarães Tristão

 

10:40 – 12:00 Mesa Redonda:

Clínica Junguiana na Faesa: três casos e muitas histórias.

Mediadora: Isabele Santos Eleotério

Palestrantes: Aguilar Vieira de Sousa

Jamile kenia Santos Lira de Castro

Beatriz Soares Sant’Anna

10:40 – 12:00 Mesa Redonda:

Feminino, corpo e psique.

Mediadora: Kelly Guimarães Tristão.

Palestrantes: Carolina Leão

Raissa R. Módolo

12:00 – 13:00 INTERVALO ALMOÇO 12:00 – 13:00 INTERVALO ALMOÇO
13:00 – 13:40 Grupos terapêuticos no hospital.

Palestrante:Ana Luisa Brandão

13:00 – 14:00 A religiosidade nos contos de fadas – um olhar sob perspectiva redentora do herói.

Palestrante:Barbara Lavinski Jardim

13:40 – 14:20 Intervenção do psicólogo hospitalar no programa de cirurgia bariátrica.

Palestrante: Rosilene Chagas Ricardo.

14:00 – 15:00 Levando-se a sério: considerações sobre a sombra do analista.

Palestrante:Fabricio Fonseca Moraes

14:20 – 15:50 Mini-curso:

Fitoterápicos no tratamento da ansiedade e depressão.

Ministrante: Henriqueta Tereza Sacramento

 

15:00 – 16:00 O sapo que não virou príncipe: um enfoque simbólico da violência sexual a partir da psicologia Analítica

Conferencista convidada: Sandra Fernandes Amorim

15:50 – 17:20 Mini-curso:

Hipnose na prática

Ministrante: Sergio Oliveira Valentin

16:00 – 17:00

 

Experiência do Lazer produzindo vida.

Conferencista convidada:Solange Missagia de Mattos

17:20 – 18:00

 

Violência obstétrica: precisamos falar sobre isso!

Palestrantes: Telemi Flor de Lira

Carolina Leão Borges Ramos

 
18:00 – 19:00

 

Avisos  
 

SÁBADO – 13/08/2016

 

HORARIOS LOCAL:  AUDITÓRIO EDUCAÇÃO FÍSICA HORARIOS LOCAL:  AUDITÓRIO MANUEL VEREZA (CCJE)
08:00 – 09:00 Relação entre Psicólogo e Médico: importância para melhor atendimento ao paciente.

Palestrante: Barbara Subtil de Paula Magalhães

09:00 – 10:00 Suicídio como uma expressão arquetípica da morte na vida do homem.

Palestrante: Raphael do Amaral Vaz

 

10:00 – 12:00

(15 minutos para cada apresentação).

1.    QUANDO O SUICÍDIO INVADE O HOSPITAL… MANEJO DO COMPORTAMENTO SUICIDA EM AMBIENTE HOSPITALAR – Daniela Reis e Silva.

2.    ANGÚSTIA E ELABORAÇÃO DE LUTO: A IMPORTÂNCIA DA ESCUTA ANALÍTICA – Nayara Oliveira Francisco.

3.    CONTAR E TECER HISTÓRIAS: UM FAZER DA CLÍNICA. Taynah de Marillack Maia Monteiro.

4.    O EDUCADOR SOCIAL E O MINOTAURO – Luiz Henrique Gomes da Silva.

5.    ACOLHIMENTO COMO FERRAMENTA DE INTERVENÇÃO EM EQUIPE MULTIDISCIPLINAR – Karla Oliveira do Amaral, Mariella Caliman Monteiro, Rafaela Feijó dos Santos.

6.    VAMOS FUXICAR? UMA PROPOSTA TERAPÊUTICA NA ATENÇÃO BÁSICA  – Helaynne Ximenes Faria, Débora de Oliveira Lourenço, Aline Christina Grisotto Alves

7.    O MENINO DO DENSEINHO E OS DESENHOS DO MENINO – Marieta Vieira Messina, Maria da Graça Von Krüger Pimentel.

Programação sujeita a alteração. Qualquer alteração será avisada com antecedência.

Exposição Telas da Alma

exposição

A Exposição Telas da Alma é uma composição de telas produzidas por pacientes renais crônicos atendidos pelo Programa de Extensão Universitária Portas – UFES na enfermaria de nefrologia do Instituto de Doenças Renais – IDR. O Programa Portas nasceu da parceria entre a Pós-Doutora Kathy Amorim Marcondes (UFES) e Dr. Michel S. Zouain Assbú (Nefrologista IDR) e hoje completa 21 anos de trabalho em psicologia hospitalar. Para comemorar esta data promove a exposição desta maravilhosa coletânea de telas com roupagem expressionista.
O objetivo foi promover através da intervenção arteterapêutica, a expressão de subjetividade e de sentimentos tipicamente humanos transmitidos de maneira destacada. As telas produzidas por esses pacientes são um convite a observação e reflexão sobre a humanidade e os temas que os aflingem.
Desde os primórdios da história da arte pintamos aquilo que pede voz, pede passagem, aquilo que precisa ser dito de alguma forma, de todas as formas. Venha se reconhecer e se surpreender com os temas abordados – tão intimamente humanos expressos de maneiras tão variadas.
Artistas: Pacientes renais crônicos em hemodiálise e técnicos de enfermagem que são atendidos pelo Programa Portas no IDR.
Local: Galeria Francisco Schwarz – No térreo da Assembléia Legislativa do ES.
Duração: 01 à 05 de Agosto de 2016, de 9:00 as 17h.
Abertura e Coquetel: Segunda dia 01 de Agosto as 16h.

Relações Doentias e Sofrimento Psíquico

Por  Kelly Guimarães Tristão

Nota: Texto produzido com base na palestra “Relacionamentos Doentios e Transtorno Mental”, apresentada na I Jornada Junguiana da Multivix(11/06/2016), com o tema “Psicologia Analítica e suas implicações na contemporaneidade

Quando pensamos na temática dessa conversa, antes de mais nada precisamos esclarecer “que tipo de relação estamos nos referindo?” Podemos falar sobre relações parentais – ou com outros membros da família; podemos falar sobre relações amorosas; podemos falar sobre relações com objetos – tais como o próprio trabalho, drogas, comida, algumas atividades que realizamos. E podemos falar de relações consigo mesmo.

Vamos perceber que algumas vezes essas relações se intercruzam, e algumas outras, até se confundem. Então podemos observar, por exemplo, relações amorosas onde o outro é tido como um objeto, ou sobre o outro é direcionado uma projeção da relação parental. Logo, uma relação que se constrói de forma desordenada – seja qual relação for – pode se constituir como uma relação doentia e, podendo ser condutor para a construção de um sintoma, e em alguns casos, ser um dos disparadores para um sofrimento psíquico mais grave, como um transtorno psiquiátrico.

Quando acompanhamos famílias de sujeitos em sofrimento psíquico grave num processo de psicoterapia familiar, por exemplo, percebemos o quanto a dinâmica familiar, ou seja, os relacionamentos que se estabeleceram e se estabelecem entre os membros dessa família encontram-se fragilizados. Por vezes atribui-se ao sujeito em sofrimento psíquico a causa dessa fragilidade, mas quando investigamos mais a fundo, percebemos que a crise do sujeito, trata-se também da crise da família: uma família que já se encontra em sofrimento, uma família que não consegue desenvolver uma comunicação apropriada entre os seus membros, uma família onde relações de poder muitas vezes se sobressaem às relações afetivas, às relações de cuidado. A crise do sujeito muitas vezes é também o sintoma da família, entretanto, em diversas ocasiões a crise do sujeito, é a oportunidade para que uma mudança naquele contexto possa ser realizada. O sujeito está impregnado do contexto social – familiar –  ou seja, ainda que olhemos num primeiro momento somente para o indivíduo, teremos que olhar para o familiar também.

 O indivíduo precisa, sim, ter a possibilidade de aprender a lidar com seu sofrimento, com as questões familiares e com suas próprias questões, mas muitas vezes, essa crise vem falar de uma paralização em um processo do desenvolvimento do sujeito.  Para entender um pouco isso, precisamos compreender, numa visão da Psicologia analítica, um pouco como dá o desenvolvimento psíquico, em especial como se dão as dinâmicas matriarcais e patriarcais no desenvolvimento do EGO, e Erich Neumann nos dá um norte bastante interessante para essa questão (1993).

Sabemos que o tempo de desenvolvimento humano dentro do útero gestacional é relativamente curto para sua capacidade cerebral, em especial para a construção do EGO, especialmente se comparados a outros mamíferos. Assim, poderíamos compreender que após o parto o bebê encontra-se ainda numa fase que Neumann denominou de Fase Uterina, como se a gestação continuasse acontecendo, ainda que fora do útero materno. É próprio dessa fase que todas as experiências vivenciadas pelo bebê sejam contidas por essa unidade mãe-filho. Assim, é como se a totalidade do mundo dessa  criança fosse a própria mãe, por isso não há uma percepção de separação ainda. A essa relação inicial damos o nome de RELAÇÃO PRIMAL, conforme Neumman (1992)

Se a relação construída a partir de confiança, sustentação e amor da mãe, ela permitirá um espaço adequado para o desenvolvimento egóico de forma integral. É preciso considerar, antes de seguirmos, do que estamos falando por “mãe”, e para isso eu vou me apropriar de uma ideia Winnicottiana de “ambiente” (Winnicott, 1983). Temos que entender que quando falamos na relação com o materno, não estamos falando necessariamente de uma mãe. O arquétipo materno, em nossa cultura, usualmente se humaniza na figura da mãe, mas não é exclusiva a ela. Por isso, muitas vezes nos referimos, ao invés de mãe, ao ambiente. Ou seja, aquele que propicia um espaço de desenvolvimento para o sujeito. E podemos questionar se esse ambiente, ou essa mãe foi “suficientemente boa”. Ou seja, se ela ofereceu a ele nutrição, afeto e suporte, mas se ele falhou também…se ele começou a permitir espaços para que esse sujeito não tivesse um excesso de cuidados, sem antes desejar tais cuidados, e consequentemente tivesse que lidar com a própria frustração também.

O desenvolvimento natural do bebê implicaria num aumento gradual da consciência. Inicialmente, esse desenvolvimento se manifesta através das distinções entre sensações do corpo, favorecem a aproximação do indivíduo com a experiências externas a essa ligação primal, que daria início a separação do Ego do inconsciente. (NEUMMAN, 1992).

A medida que esse desenvolvimento do ego vai evoluindo, percebe-se uma distinção da unidade mãe-bebê, balizada pelo dinamismo patriarcal, especialmente a partir dos estabelecimento de limites. A criança, a partir desse momento, pode perceber o ambiente de forma diferenciada de si mesmo, quais seriam os limites do próprio corpo, e isso é o primeiro limite com que o bebê precisa aprender a lidar. Assim, a dinâmica patriarcal oferece ao ego a possibilidade de desenvolvimento de questões relacionadas ao limite, a organização, a direção. (NEUMMAN, 1992)

Tanto no diz respeito ao dinamismo pautado no arquétipo da mãe, como no do pai, o Ego pode atuar de forma passiva ou ativa no que tange à relação com EGO-OUTO. “Enquanto em um primeiro momento sofremos passivamente a experiência de sermos cuidados, protegidos e orientados, em um segundo momento desempenhamos ativamente o papel de cuidar, proteger e orientar. (SILVEIRA FILHO, 2002, p. 52).

“Quando os pais proporcionam à criança uma base de atuações seguras, isso determinará a capacidade da criança para estabelecer, na idade adulta, laços afetivos seguros. Quando os pais frustram ou gratificam em excesso as necessidades arquetípicas básicas para o desenvolvimento, surge uma criança ansiosa, insegura, que vivencia a si mesma como carente de confiança, tímida, inadequada e incapaz. Muitas vezes apresentam dificuldade para manter relações duradouras e, diante de situações de estresse crônico, desenvolvem transtornos de ansiedade, fóbicos e depressivos”.  (LAUREIRO, 2011, p. 208).

O dinamismo matriarcal é regido pelo Arquétipo da Grande Mãe, que se exerce através do desempenho de uma atitude de carinho, cuidado e proteção – relaciona-se com o princípio de preservação e sobrevivência. Um aspecto negativo desse dinamismo seria no caso de uma hipertrofia do materno, o excesso de zelo e tutela, que dificultariam o sujeito a lidar com frustrações, com o que é novo, por não saber como poderia se portar e o que poderia acontecer se a nova relação desse errada. Em contrapartida, a hipotrofia representaria uma ausência de cuidados. Se falamos que primeiramente o indivíduo assume frente ao cuidado pautado no dinamismo uma relação passiva – de filho da Mãe – é necessário que está se estabeleça de maneira adequada para que ele possa estabelecer uma relação ativa com o cuidado – a constelação da Mãe –  seja pelo cuidado com o outro, seja com o cuidado consigo mesmo.

O dinamismo patriarcal é dirigido pelo arquétipo paterno. Como seus aspectos básicos dizem respeito à orientação e organização, tal dinamismo relaciona-se com as regras e leis  Segundo Silveira Filho (2002) isso relaciona-se ao processo adaptativo de socialização. Uma relação consigo mesmo e/ou com o outro nesse sentido poderia ser guiada por um excesso de normas e consequentemente uma cobrança de si mesmo em demasia, no caso de uma hipertrofia do arquétipo paterno por exemplo, ou uma necessidade que a todo momento o outro o guiasse e orientasse, porque em seu desenvolvimento, não foi capaz de aprendê-lo.

Se houve uma dificuldade em uma dessas fases, e consequentemente uma cristalização do desenvolvimento do sujeito, ele pode por exemplo, projetar essa dificuldade no que tange ao dinamismo matriarcal num relacionamento amoroso, desenvolvendo uma relação de dependência daquele sujeito. Um excesso de cobrança em ser amado, ou uma insegurança em relação aos afetos. É claro que não podemos determinar exatamente como será um comportamento nesse sentido, mas podemos ter um norte para pensar em possibilidades diagnósticas quando investigarmos para que esse sintoma tem se instalado na vida do sujeito.

Um exemplo disso, poderia ser o caso de uma anorexia, onde a mãe representou um aspecto materno de maneira imprópria, e simbolicamente podemos perceber no corpo da mulher anorética o sintoma como sendo um retorno a esse aspecto do desenvolvimento que ficou cristalizado. Ela não se cuida, ela precisa ser cuidada de maneira apropriada para a partir daí aprender a cuidar de si próprio. Muitas vezes não admitimos que precisamos ser cuidados (inclusive por nós mesmos), e o inconsciente nos oferece uma chance de vivenciar e reatualizar esse aspecto do desenvolvimento.

Podemos observar um outro exemplo a partir de uma depressão. Sabemos que a depressão apresenta uma gama de sintomas, desde falta de animo, sono em excesso, sentimento de falta de amor, desde sentimento de impotência e culpabilização de si mesmo, agressividade, insônia, entre outros.  Podemos tentar entender esses sintomas por meio da percepção do dinamismo arquetípico. Uma depressão pautada no dinamismo matriarcal, implicaria em uma dificuldade no que tange  “[…] às estratégias afetivas de adaptação, do sentir-se contido, amado, seguro afetivamente e, em consequência, capaz de alcançar um desenvolvimento afetivo-cognitivo adequado às necessidade de cada individuação.”  (LAUREIRO, 2011, p. 208)

O fato de o sujeito ter o desenvolvimento do ego a priori pautado em uma relação desordenada com as figuras maternas e paternas, não significa que isso será estático, ou seja, que falaremos de uma estrutura. Ao contrário, para evitarmos esse equívoco nomeamos dinamismo arquetípico, que pode ser reatualizado em certas etapas da vida do sujeito, por exemplo, num processo terapêutico. O terapeuta pode servir de ambiente que vai potencializar um lugar seguro onde as transformações necessárias ao desenvolvimento daquele sujeito aconteçam. O mesmo podemos dizer de uma instituição, por exemplo, uma instituição de saúde, ou até uma instituição religiosa.

Muitas vezes, o terapeuta ou esse agente terapêutico,  vai fazer as vezes do ambiente para a reatualização do dinamismo materno, por exemplo, sendo para o paciente acolhedor, dando sustentação para suas escolhas, falhando algumas vezes, no sentido de não atender a toda demanda dele. Para isso, o terapeuta precisa perceber as necessidades e dificuldades do sujeito. Uma relação terapêutica pautada numa necessidade de reatualização do dinamismo paterno, pode oferecer um lugar de organização, de guia…tomando o cuidado para não cair na armadilha de dar ao sujeito pronto todo o processo que ele deve seguir. É importante ressaltar, que no processo terapêutico, isso também pode se modificar, de acordo com lugar de desenvolvimento que o paciente se encontra.

Podemos pensar também na relação com o objeto representado por uma psicopatologia bastante comum em nossos dias. O uso de substâncias químicas….ou como chamamos também, o sujeito com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Falamos assim, porque mais importante do que a droga em si, é necessário compreender a relação que se estabelece com essa e com o entorno a que o sujeito em uso de substâncias psicoativas está adstrito. O que o sujeito busca em sua relação com a droga? Qual a relação que ele tem consigo mesmo, qual a relação pautada no dinamismo arquetípico, humanizado nas figuras parentais, e algumas vezes nas relações afetivas?

Um exemplo simples que estamos acostumados a pensar é que a maior dificuldade do dependente de substância estaria na incapacidade de escolha… “eu escolho parar aqui”. Há uma dificuldade com essa organização, com essas regras (características do dinamismo patriarcal), mas há também, o que é menos abordado pois caímos muitas vezes no julgamento moralizante, uma carência de suporte, de afeto – e esse mundo pouco suportável é substituído pelo mundo mais suportável obtido pelo uso da substância …Ao terapeuta cabe auxilia-lo a perceber quais ferramentas são necessárias para transformar esse mundo pouco suportável (também na ausência de suporte e delimitação) em algo que desse mais satisfação, prazer e segurança para continuar a trilhar o seu caminho.

O inconsciente é sábio…ele nos dá essa chance de trilhar caminhos mais criativos e “seguros” para nós mesmos. Mas se não o ouvimos, se não lhe damos atenção, ele fará com que escutemos de qualquer forma…de maneira pouco ou muito dolorida. Então, qual é a relação que estabelecemos com o nosso inconsciente? Qual é a relação que estabelecemos conosco?

Como isso influencia na relação consigo mesmo?

 

REFERÊNCIAS

 

LAUREIRO, M. E. V. (2011). Depressão na Visão Analítica 203 In: Payá, R. Intercâmbio das Psicoterapias. São Paulo: Rocca.

 

Moraes, F. F. (2015).  Algumas Considerações sobre o Eixo Ego-Self. In: Jung no Espírito Santo. Disponível em: http://www.psicologiaanalitica.com/algumas-consideraes-sobre-o-eixo-ego-self.

Neumann, E. (1992). A Criança. São Paulo: Cultrix.

Silveira Filho, D. X. (2002). Drogas: Uma Compreensão Psicodinâmica das Farmacodependências.  São Paulo: Casa do Psicólogo.

Winnicott, D. (1983). O ambiente e os processos de maturação. Porto Alegre, Artes Médicas.